PONTA PORÃ

Deputado diz que presidente do STF vai retirar ideologia de gênero de pauta

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Lucas Gonzalez disse que se reuniu com o presidente do Supremo.

Luiz Fux (Foto: Rosinei Coutinho/STF)

 

O deputado federal Lucas Gonzalez (NOVO-MG) usou as redes sociais nesta quarta-feira (4) para anunciar que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, prometeu retirar de pauta a ADI 5668, ajuizada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) que tenta impor a ideologia de gênero nas escolas.

Segundo o deputado, o ministro Luiz Fux se comprometeu em não pautar o tema. Ele disse que esteve pessoalmente na reunião para conversar com o ministro sobre o tema. O deputado pontuou que “essa é uma pequena vitória contra as ideologias que tentam enfraquecer as famílias”.

 

Ação

Na ação, o partido de ideologia comunista pede que o Supremo reconheça como dever constitucional no Plano Nacional de Educação, a prevenção e coibição ao “bullying homofóbico, consistente em discriminações por gênero, identidade de gênero e orientação sexual, bem como de respeitar a identidade de crianças e adolescentes LGBT no ambiente escolar”.

 

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O PSOL aponta que é preciso que “a sociedade em geral e as escolas em particular respeitem essas crianças e adolescentes que não se enquadram na heterossexualidade cisgênera”. Explicando que tratam-se das crianças e adolescentes “que não sentem atração por pessoas do gênero oposto (‘não-heterossexuais’) e que se identificam com o gênero socialmente atribuído a si em razão da genitália (‘não-cisgeneridade’)”.

Caso a Corte julgue o tema procedente, a autoridade dos país poderá vier a ser afetada, já que as escolas passarão a ter autonomia para tratar de questões sexuais, o que tem causado muita preocupação para aqueles que não querem que seus filhos e filhas sejam submetido a este tipo de temática.

Nos últimos dias o tema vem sendo bastante criticado nas redes sociais, já que a decisão sobre o tema deveria ser do Congresso Nacional e não do Judiciário. Fux teria dito ao deputado que o Supremo deverá respeitar as prerrogativas do Legislativo.

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